É o aumento elevado e repentino da população de seres humanos. É freqüentemente associada a avanços tecnológicos, tendo a maior delas ocorrido no século XX da era cristã.
O aumento brusco da população leva a um aumento também brusco do território ocupado, e tem alguns efeitos ambientais e econômico-sociais catastróficos, daí a comparação com uma explosão.
As explosões demográficas são observadas em duas situações:
a introdução de novas tecnologias que reduzam a mortalidade (aumento na produção de alimentos ou cura de doenças importantes),
em períodos de guerra ou grandes calamidades, em que a sobrevivência da sociedade está ameaçada. Neste caso, a "explosão" também é chamada de baby boom.
Antes da Era Contemporânea, não era comum a contagem populacional, mas os pesquisadores sabem com relativa certeza que houve algumas explosões demográficas em certos pontos do globo:
com a Revolução Agrícola, no período paleolítico (c. 8000 a.C.);
a descoberta da metalurgia, na Idade dos metais (c. 3500 a.C.), que permitiu a Revolução Urbana;
durante a Idade Média européia (c. século XI), com a introdução de novas técnicas agrícolas que sustentaram o revigoramento do comércio e das cidades[1].
Todas estas mudanças estão relacionadas ao aumento da produtividade agrícola, e portanto à maior oferta de alimentos. É bem sabido que o ser humano, quando bem alimentado, tem o sistema imunológico fortalecido, resistindo melhor a doenças e vivendo por mais tempo. Como a taxa de natalidade, regida por outros fatores, se mantém estável, o resultado é o aumento do número de seres humanos vivos.
Contudo, até o século XIX, a mortalidade ainda era extremamente elevada para os padrões atuais, pois a humanidade não tinha recursos suficientes para combater grande parte das doenças.
As grandes descobertas do século XX, como a penicilina, as vacinas, os antibióticos, a assepsia das mãos e dos ferimentos, diminuíram bruscamente o índice de mortalidade. Como a natalidade não foi reduzida, o resultado foi o aumento do crescimento vegetativo. Atinge 2 bilhões de pessoas contra 100 milhões na Europa. Houve uma transferência do que ocorreu na Europa para o 3º mundo.
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Explosão demográfica
É o aumento elevado e repentino da população de seres humanos. É freqüentemente associada a avanços tecnológicos, tendo a maior delas ocorrido no século XX da era cristã.
O aumento brusco da população leva a um aumento também brusco do território ocupado, e tem alguns efeitos ambientais e econômico-sociais catastróficos, daí a comparação com uma explosão.
As explosões demográficas são observadas em duas situações:
a introdução de novas tecnologias que reduzam a mortalidade (aumento na produção de alimentos ou cura de doenças importantes),
em períodos de guerra ou grandes calamidades, em que a sobrevivência da sociedade está ameaçada. Neste caso, a "explosão" também é chamada de baby boom.
Antes da Era Contemporânea, não era comum a contagem populacional, mas os pesquisadores sabem com relativa certeza que houve algumas explosões demográficas em certos pontos do globo:
com a Revolução Agrícola, no período paleolítico (c. 8000 a.C.);
a descoberta da metalurgia, na Idade dos metais (c. 3500 a.C.), que permitiu a Revolução Urbana;
durante a Idade Média européia (c. século XI), com a introdução de novas técnicas agrícolas que sustentaram o revigoramento do comércio e das cidades[1].
Todas estas mudanças estão relacionadas ao aumento da produtividade agrícola, e portanto à maior oferta de alimentos. É bem sabido que o ser humano, quando bem alimentado, tem o sistema imunológico fortalecido, resistindo melhor a doenças e vivendo por mais tempo. Como a taxa de natalidade, regida por outros fatores, se mantém estável, o resultado é o aumento do número de seres humanos vivos.
Contudo, até o século XIX, a mortalidade ainda era extremamente elevada para os padrões atuais, pois a humanidade não tinha recursos suficientes para combater grande parte das doenças.
As grandes descobertas do século XX, como a penicilina, as vacinas, os antibióticos, a assepsia das mãos e dos ferimentos, diminuíram bruscamente o índice de mortalidade. Como a natalidade não foi reduzida, o resultado foi o aumento do crescimento vegetativo. Atinge 2 bilhões de pessoas contra 100 milhões na Europa. Houve uma transferência do que ocorreu na Europa para o 3º mundo.
O aumento brusco da população leva a um aumento também brusco do território ocupado, e tem alguns efeitos ambientais e econômico-sociais catastróficos, daí a comparação com uma explosão.
As explosões demográficas são observadas em duas situações:
a introdução de novas tecnologias que reduzam a mortalidade (aumento na produção de alimentos ou cura de doenças importantes),
em períodos de guerra ou grandes calamidades, em que a sobrevivência da sociedade está ameaçada. Neste caso, a "explosão" também é chamada de baby boom.
Antes da Era Contemporânea, não era comum a contagem populacional, mas os pesquisadores sabem com relativa certeza que houve algumas explosões demográficas em certos pontos do globo:
com a Revolução Agrícola, no período paleolítico (c. 8000 a.C.);
a descoberta da metalurgia, na Idade dos metais (c. 3500 a.C.), que permitiu a Revolução Urbana;
durante a Idade Média européia (c. século XI), com a introdução de novas técnicas agrícolas que sustentaram o revigoramento do comércio e das cidades[1].
Todas estas mudanças estão relacionadas ao aumento da produtividade agrícola, e portanto à maior oferta de alimentos. É bem sabido que o ser humano, quando bem alimentado, tem o sistema imunológico fortalecido, resistindo melhor a doenças e vivendo por mais tempo. Como a taxa de natalidade, regida por outros fatores, se mantém estável, o resultado é o aumento do número de seres humanos vivos.
Contudo, até o século XIX, a mortalidade ainda era extremamente elevada para os padrões atuais, pois a humanidade não tinha recursos suficientes para combater grande parte das doenças.
As grandes descobertas do século XX, como a penicilina, as vacinas, os antibióticos, a assepsia das mãos e dos ferimentos, diminuíram bruscamente o índice de mortalidade. Como a natalidade não foi reduzida, o resultado foi o aumento do crescimento vegetativo. Atinge 2 bilhões de pessoas contra 100 milhões na Europa. Houve uma transferência do que ocorreu na Europa para o 3º mundo.
Recursos naturais
São elementos da natureza com utilidade para o Homem, com o objetivo do desenvolvimento da civilização, sobrevivência e conforto da sociedade em geral. Podem ser renováveis, como a água, a energia do Sol e do vento, a flora e a fauna que não estão em extinção, como os peixes e as florestas, ou ainda não renováveis, como o petróleo e minérios em geral.
Os recursos naturais são componentes, materiais ou não, da paisagem geográfica, mas que ainda não tenham sofrido importantes transformações pelo trabalho humano e cuja própria gênese é independente do Homem, mas aos quais lhes foram atribuídos, historicamente, valores econômicos, sociais e culturais. Portanto, só podem ser compreendidos a partir da relação homem-natureza. Os recursos naturais são muito importantes para o Mundo.
O termo surgiu pela primeira vez na década 1970, por E.F. Schumacher no seu livro intitulado Small is Beautiful.
Nem todos os recursos que a natureza oferece ao ser humano podem ser aproveitados em seu estado natural. Quase sempre o ser humano precisa trabalhar para transformar os recursos naturais em bens capazes de satisfazer alguma necessidade humana. Os recursos hídricos, por exemplo, têm de ser armazenados e canalizados, quer para consumo humano directo, para irrigação, ou para geração de energia hidrelétrica.
Frequentemente são classificados como recursos renováveis e não-renováveis, quando se tem em conta o tempo necessário para que se dê a sua reposição. Os não-renováveis incluem substâncias que não podem ser recuperadas em um curto período de tempo, como por exemplo, o petróleo e minérios em geral. Os renováveis são aqueles que podem se renovar ou serem recuperados, com ou sem interferência humana, como as florestas, luz solar, ventos e a água.
Também podem ser classificados de energéticos e não energéticos, se atendermos à sua capacidade de produzir energia. Os carvões e o petróleo são recursos naturais energéticos. Por vezes a água é também considerada um recurso energético, pois as barragens transformam a força da água em energia.
A maioria dos minerais são recursos não energéticos, com exceção do volfrâmio, o urânio e o plutónio por se tratarem de substâncias radioactivas e usadas para a geração de energia.
Os recursos naturais são componentes, materiais ou não, da paisagem geográfica, mas que ainda não tenham sofrido importantes transformações pelo trabalho humano e cuja própria gênese é independente do Homem, mas aos quais lhes foram atribuídos, historicamente, valores econômicos, sociais e culturais. Portanto, só podem ser compreendidos a partir da relação homem-natureza. Os recursos naturais são muito importantes para o Mundo.
O termo surgiu pela primeira vez na década 1970, por E.F. Schumacher no seu livro intitulado Small is Beautiful.
Nem todos os recursos que a natureza oferece ao ser humano podem ser aproveitados em seu estado natural. Quase sempre o ser humano precisa trabalhar para transformar os recursos naturais em bens capazes de satisfazer alguma necessidade humana. Os recursos hídricos, por exemplo, têm de ser armazenados e canalizados, quer para consumo humano directo, para irrigação, ou para geração de energia hidrelétrica.
Frequentemente são classificados como recursos renováveis e não-renováveis, quando se tem em conta o tempo necessário para que se dê a sua reposição. Os não-renováveis incluem substâncias que não podem ser recuperadas em um curto período de tempo, como por exemplo, o petróleo e minérios em geral. Os renováveis são aqueles que podem se renovar ou serem recuperados, com ou sem interferência humana, como as florestas, luz solar, ventos e a água.
Também podem ser classificados de energéticos e não energéticos, se atendermos à sua capacidade de produzir energia. Os carvões e o petróleo são recursos naturais energéticos. Por vezes a água é também considerada um recurso energético, pois as barragens transformam a força da água em energia.
A maioria dos minerais são recursos não energéticos, com exceção do volfrâmio, o urânio e o plutónio por se tratarem de substâncias radioactivas e usadas para a geração de energia.
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